O roteiro, baseado na autobiografia I, Tina (escrita pela própria cantora em parceria com Kurt Loder), divide-se claramente em duas fases distintas na vida da artista. A Ascensão e o Abuso com Ike Turner
Ambos os atores foram indicados ao nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Ator, consolidando o filme como uma obra de prestígio crítico, e não apenas um sucesso comercial. Por Que o Filme Continua Atual?
Se há uma cena que define este filme, é a do tribunal do divórcio. Após anos de violência, Tina senta-se diante do juiz e, quando perguntada se ainda ama Ike, ela responde com uma frieza cirúrgica: "Não. Eu tenho medo dele." Ao ouvir isso na dublagem, sentimos cada sílaba como uma sentença de liberdade.
: The iconic scene where Tina flees Ike with nothing but "32 cents and a gas card" is based on real events, though her actual escape involved hiding in a Ramada Plaza Hotel. tina a verdadeira historia de tina turner -1993- - dublado
Abaixo, exploramos os detalhes dos bastidores, a precisão histórica da trama e o impacto cultural dessa produção que imortalizou o renascimento de Tina Turner. A Sinopse e a Trajetória de Superação
Se você ficou com vontade de (re)assistir a este clássico, há várias opções disponíveis no Brasil:
Personagem | Ator/Atriz Original | Dublador(a) Brasileiro(a) :-- | :-- | :-- | Angela Bassett | Mônica Rossi Ike Turner | Laurence Fishburne | Márcio Simões Zelma Bullock | Jenifer Lewis | Geisa Vidal, Rita Lopes Alline Bullock | Phyllis Yvonne Stickney | Guilene Conte Spider | Terrence Riggins | José Luiz Barbeito, Jorge Lucas Jackie | Vanessa Bell Calloway | Carmen Sheila, Carla Pompilio Lorraine Taylor | Penny Johnson Jerald | Nádia Carvalho, Márcia Morelli Darlene | Khandi Alexander | Isis Koschdoski, Izabel Lira Phil Spector | Rob LaBelle | Júlio Chaves, Sérgio Stern Roger Davies | James Reyne | Eduardo Dascar, Hércules Franco Fross | Chi McBride | Ricardo Vooght, Maurício Berger Anna Mae (criança) | Rae'Ven Larrymore Kelly | Nicole Mattos Mestra do Coro | Virginia Capers | Sônia de Moraes, Ilka Pinheiro Avó de Anna Mae | Cora Lee Day | Sônia de Moraes, Carmen Sheila Juiz Arthur Redmont | Rudolph Willrich | Guilherme Briggs, Carlos Comério O roteiro, baseado na autobiografia I, Tina (escrita
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Nos anos 90, o acesso a filmes legendados no Brasil era majoritariamente restrito aos cinemas de grandes centros ou a cópias específicas em fitas VHS. A distribuição de Tina com dublagem em português clássica (realizada por estúdios tradicionais da época) foi fundamental para popularizar a história da cantora no país.
A trama começa com a jovem Anna Mae se reunindo com sua mãe em St. Louis, onde conhece Ike Turner, um músico carismático, porém dominador. Ele a transforma em sua estrela, criando a dupla "Ike & Tina Turner Revue". Porém, nos bastidores, Tina enfrenta um casamento abusivo, repleto de violência física e emocional. Se há uma cena que define este filme,
Embora Angela Bassett duble as canções no filme, a voz que você ouve na trilha sonora é a da própria . Ela regravou todos os seus antigos sucessos da época de Ike, além de lançar a música tema do filme, "What's Love Got to Do with It" , que se tornou um hino mundial. 📌 Por Que Assistir Hoje?
A cinebiografia (título original: What's Love Got to Do with It ), lançada em 1993, não é apenas um filme sobre música; é um manifesto sobre a resiliência humana. Para os fãs brasileiros que buscam a versão dublada , o longa se tornou um clássico das sessões de cinema na TV, imortalizando a trajetória de superação da "Rainha do Rock".
She thought of the long nights on the road, the grueling schedules, and the silent bruises hidden behind glamorous makeup. The film of her life would later capture these moments—the breaking point in a Dallas hotel room where she finally chose her life over her career. She had run across a freeway in the dark, fleeing the only life she knew to find the person she was meant to be.
Além disso, o longa destaca um aspecto crucial da vida real de Tina: sua conversão ao Budismo Nichiren. A prática do canto do mantra ( Nam-myoho-renge-kyo ) é retratada como a ferramenta que lhe deu o foco mental e a força interior necessários para romper o ciclo de abusos e reivindicar sua própria identidade. Um Legado Atemporal
A trama central é baseada na autobiografia de Tina Turner de 1986, I, Tina , escrita em parceria com Kurt Loder. O roteiro de Kate Lanier e a história não creditada de Howard Ashman não poupam o espectador da dura realidade. O que começa como uma parceria musical promissora rapidamente se transforma em um relacionamento abusivo. O filme retrata sem filtros como Ike controlava todos os aspectos da vida de Tina, impondo seu nome artístico a ela e submetendo-a a anos de violência física e psicológica. A produção mostra a coragem necessária para Tina finalmente romper esse ciclo vicioso, pedir o divórcio e lutar pelo direito de manter seu nome artístico, que ela mesma havia construído.